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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Novos Baianos - Dê Um Rolê

Tema do filme Zuzu Angel
ZUZU ANGEL
(Brasil, 2006)
Direção: Sérgio Rezende
Com Patrícia Pillar (Zuzu Angel), Daniel de Oliveira (Stuart Angel), Luana Piovani (Elke Maravilha), Leandra Leal (Sônia Jones, esposa de Stuart), Alexandre Borges (Fraga, advogado influente), Ângela Vieira (Lúcia), Ângela Leal (Elaine), Flávio Bauraqui (Mota), Paulo Betti (Lamarca), Nélson Dantas (Sapateiro), Regiane Alves (Hildegard Angel), Fernanda de Freitas (Ana Angel), Caio Junqueira (Alberto), Aramis Trindade (Tenente), Antônio Pitanga (Policial), Elke Maravilha (Cantora do cabaré), Ivan Cândido (Capelão), Othon Bastos (Brigadeiro)
Estréia:04/08/2006
Zuleika Angel Jones, ou Zuzu Angel, nasceu em Curvelo-MG em 5 de junho de 1921 e mudou-se ainda menina para Belo Horizonte, onde casou-se com o americano Norman Angel Jones, com quem teve três filhos: Stuart, Hildegard e Ana. Divorciou-se de Norman e passou a dedicar-se à carreira de costureira e depois tornou-se estilista de moda.
Em 1971, quando estava no auge de sua carreira como estilista, fazendo grande sucesso em desfiles em Nova York com roupas de cores, temas e tecidos de inspiração nacional, e tendo Elke Maravilha como uma de suas modelos, Zuzu preocupava-se com o financiamento de sua nova coleção de roupas quando recebeu um telefonema dizendo que um tal "Paulo" havia sido preso. Inicialmente Zuzu achou que era um trote, mas depois lembrou que “Paulo” era o codinome de Stuart, seu filho.
Stuart “Tuti” Angel Jones, codinome “Paulo”, era um militante político socialista desde a época dos movimentos estudantis. Fazia parte do Movimento Revolucionário 8 de Outubro, o MR-8, sendo contra a ditadura vigente, contra os “porcos imperialistas” e contra as “injustiças do mundo”, sendo próximo do capitão e guerrilheiro Carlos Lamarca. Stuart estava casado com Sônia, também ligada aos movimentos revolucionários e que saiu do país para fugir da repressão.
A partir do telefonema que avisava da prisão de “Paulo”, Zuzu Angel inicia uma incansável peregrinação para saber do paradeiro de seu filho, indo ao Exército, à Marinha e à Aeronáutica, estabelecendo contatos com a Anistia Internacional, e até com informantes que trabalharam para o regime militar.
Zuzu descobre que Stuart foi seqüestrado, torturado e assassinado por agentes do Centro de Informações da Aeronáutica ao recusar-se a informar o paradeiro do capitão Carlos Lamarca, sendo dado como desaparecido político.
A partir desta descoberta, Zuzu mudou o estilo das roupas que confeccionava, que passam a incorporar um tom de protesto e denúncia contra a ditadura militar, com cores mais fortes e estampas de gaiolas, prisões, jaulas e mordaças.
Zuzu incomodou tanto o regime militar que acabou morta em um acidente de carro, em 1976. Duas décadas depois, uma investigação tardia do Congresso Nacional concluiu que a morte de Zuzu tinha sido provocada intencionalmente por sujeitos ligados às Forças Armadas.
Pitty - Dê Um Rolê (Tema Novela Rock Story)

domingo, 5 de abril de 2015

Tropicália ou Panis et Circensis

1. 00:00 "Miserere Nobis"
2. 03:38 "Coração Materno"
3. 07:55 "Panis et Circenses"
4. 11:30 "Lindonéia"
5. 13:45 "Parque Industrial"
6. 17:00 "Geléia Geral"
7. 20:48 "Baby"
8. 24:26 "Três Caravelas
9. 27:34 "Enquanto Seu Lobo Não Vem"
10. 30:03 "Mamãe, Coragem"
11. 32:28 "Bat Macumba"
12. 35:03 "Hino ao Senhor do Bonfim"


Tropicália
(Brasil, 2012)
Direção: Marcelo Machado
Sinopse: O filme conduz o espectador por uma viagem de sons e imagens através da história de um dos mais emblemáticos movimentos culturais brasileiros, o tropicalismo.
O Tropicalismo foi um movimento que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor-compositor Tom Zé, da banda Mutantes, e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais.
Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. A música brasileira pós-Bossa Nova e a definição da “qualidade musical” no País estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas de movimentos ligados à esquerda. Contra essas tendências, o grupo baiano e seus colaboradores procuram universalizar a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial, como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica.
Ao mesmo tempo, sintonizaram a eletricidade com as informações da vanguarda erudita por meio dos inovadores arranjos de maestros como Rogério Duprat, Júlio Medaglia e Damiano Cozzela. Ao unir o popular, o pop e o experimentalismo estético, as idéias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional.
Estreou no dia 14 de setembro de 2012 em 12 salas.

Os Mutantes - os Mutantes (1968)
01. Panis Et Circensis (00:00)
02. A Minha Menina (03:40)
03. O Relógio (08:25)
04. Adeus Maria Fulô (11:56)
05. Baby (15:02)
06. Senhor F (18:03)
07. Bat Macumba (20:38)
08. Le Premier Bonheur Du Jour (23:38)
09. Trem Fantasma (27:13)
10. Tempo No Tempo (30:28)
11. Ave Gengis Khan (32:15)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Chico Buarque - Geni e o Zepelim

Chico Buarque - Sinal Fechado (LP)
00:00 Festa Imodesta
02:44 Copo Vazio
05:30 Filosofia
07:51 O Filho que Eu Quero Ter
12:03 Cuidado Com A Outra
14:48 Lágrima
17:02 Acorda Amor
19:23 Lígia
22:16 Sem Compromisso
24:56 Você Não Sabe Amar
28:29 Me Deixe Mudo
30:45 Sinal Fechado